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domingo, 18 de setembro de 2011

Marketing pessoal é simples assim

Olá pessoal! Faz tempo que não coloco aqui um artigo do Pequeno Guru.

Hoje venho trazer para vocês mais uma espetacular postagem do blog.



Segue o mesmo que pode ser lido diretamente aqui.



Marketing pessoal é simples assim

6 DE JULHO DE 2010 • DIGA QUE VOCÊ PENSA!
Lembro vagamente de alguém ter me pedido pra escrever sobre marketing pessoal algum tempo atrás. Se você costuma ler o blog com frequência, sabe que esse assunto não é apenas raro, como nunca apareceu por aqui. Da mesma forma que, se você costuma ler o blog com frequência, sabe que eu escrevo muito sobre desenvolvimento profissional. Porque na minha opinião as duas coisas andam juntas.
As pessoas que estão muito preocupadas em melhorar seu marketing pessoal talvez tenham deixado passar algumas lições básicas de educação, valores, ética e trabalho em equipe. Ou talvez não, elas são educadas, éticas e sociáveis; mas lhe faltem sonhos, ambição e determinação que lhe motivem a ser as melhores naquilo que fazem. O objetivo do marketing pessoal é fazer você um profissional admirável, facilmente “comprável” pelas empresas — e pelos colegas.
Ao meu ver, a maior dificuldade não está na formação profissional. O mercado está cheio de graduados, pós-graduados, com MBA e fluência em idiomas. A maior dificuldade está em encontrar isso tudo em uma pessoa ética, transparente, simpática, acessível e aberta a opiniões. E mais difícil ainda, quando se procura atributos como intuição, criatividade e pró-atividade.
Ou seja, marketing pessoal é simplesmente uma questão de juntar qualidades pessoais, profissionais e bônus. (onde “bônus” é o que torna você diferente dos outros. Importante: ônus não é bônus!)
Eis as 10 principais características que o famoso consultor Max Gehringer considera importante em qualquer organização:
  • Liderança, confiança, visão, equipe, maturidade, integridade, visibilidade, empatia, otimismo e paciência.
As características profissionais tendem ser mais fáceis de desenvolver — liderança, visão, equipe — já as pessoais costumam ser mais difíceis. Paciência, otimismo, maturidade são resultados de uma quantidade incontável de variáveis na qual uma pessoa se depara até a vida adulta. Aqui entra uma boa dose de psicologia, mas acho que não é o que você quer ler agora… O importante é ter consciência do que afeta o seu marketing pessoal (e a sua imagem dentro da empresa).
Se tem uma coisa difícil nessa vida, é mudar a si próprio. Perceber os próprios erros é um grande passo, mas e depois? O que fazer quando se está certo de que é precisa mudar?
Guy Kawasaki –um dos nomes mais proeminentes da internet, admirado por muitos, pelas sábias palavras que escreve e seu jeito descontraído como empreendedor– talvez possa nos indicar o caminho. Em seu livro “A Arte do Começo”, Kawasaki nos ensina 4 lições básicas aplicáveis seja na carreira profissional ou em um novo negócio.
  1. Trabalhe por algo, não por dinheiro: Qual seu objetivo profissional? Todo mundo já ouviu algum dia que dinheiro é consequência. Acredite nisso e trabalhe para alcançar seus objetivos, não para engordar a conta bancária. [leia artigo complementar]
  2. Seja expert em algo: Onde tem marketing, deve ter posicionamento. Algo em que você seja reconhecido por dominar. Não uma ferramenta (ex: sou bom em Excel), mas um campo (ex: sou bom em desenvolvimento de produto). O objetivo aqui é ser excelente em algo, não bom em tudo.
  3. Faça bons amigos: É bobagem pensar que você vai chegar a algum lugar sozinho. Embora seja mais fácil você conseguir um emprego através de conhecidos, amigos são fundamentais tanto na vida pessoal como profissional. Reserve algum tempo pra cultivar as relações, com ex-colegas e atuais. A vida é feita de pessoas, sua carreira também.
  4. Seja forte: Uma das certezas da carreira profissional é que você vai escutar muito mais não do que sim. E aqui entra a importância de se ter objetivos claros. Quanto maior o sucesso, maior sua visibilidade, maior o número de pessoas que falarão de você e, como consequência, as críticas aumentam exponencialmente. Não aceite “não” como resposta, ao invés disso, acredite em você e veja como um “futuro sim”.
É possível que este seja o primeiro e último artigo sobre marketing pessoal que você vai ver aqui no blog. Porque se você está comprometido com o seu auto-desenvolvimento, você já está  fazendo seu marketing pessoal.
Quando ajuda um colega de trabalho, quando toma iniciativa, quando faz algo que não é tarefa sua, quando faz um curso, quando se auto-avalia, quando responde e-mails (ao invés de procrastiná-los)…  marketing pessoal é simples como a frase de Gehringer: “é a habilidade que um funcionário tem de aparecer, sem ser chato. E  de conseguir a simpatia da chefia, sem ser puxa-saco”.

sábado, 2 de julho de 2011

Você faz propaganda na internet? E está medindo os resultados?

Post interessantíssimo sobre como medir os resultados de sua publicidade na internet, aconselho que quem é adepto desta modalidade de marketing leia:


As 7 métricas mais importantes da web

30 DE JUNHO DE 2011 • DIGA QUE VOCÊ PENSA!
Com o meio digital abocanhando uma fatia cada vez maior da verba publicitária — crescendo 30% no Brasilem 2010 — , e as novas mídias dominando os congressos e livros de marketing, um assunto especialmente importante que está no centro disso são as métricas.
Uma das principais vantagens da propaganda online é a facilidade de medir o seu sucesso ou fracasso. É impossível saber quantas pessoas compraram o seu produto porque viram o comercial na TV ou o anúncio em uma revista, mas é possível saber quantos compraram ao ver o banner na internet. No entanto, é muito superficial medir o sucesso de uma campanha online com base simplesmente em número de cliques, visitantes únicos ou pageviews. Como é um assunto relativamente novo, ainda não há uma metodologia pronta de como fazer, então cada um faz do jeito que acha mais adequado.
Provavelmente, uma das melhores propostas é a de um livro lançado esta semana chamado“Digital Impact: The Two Secrets to Online Marketing Success”. Escrito por um dos maiores especialistas em marketing digital do mundo, Geoff Ramsey (CEO do eMarketer) e o sabe-tudo da propaganda Vipin Mayar (VP executivo mundial da McCann), eles propõem o uso de apenas 7 métricas para se avaliar de forma eficaz o sucesso de ações online. “Profissionais de marketing digital hoje estão afogados em métricas, mas eles não sabem quais são importantes ou como ligar os pontos de uma maneira que leve ao aumento de desempenho”,diz Ramsey.
Vamos conhecer um pouquinho de cada uma das 7 métricas destrinchadas no livro.
Visitantes qualificados
O que vale mais, 10.000 visitantes interagindo e comprando ou 100.000 visitantes entrando e saindo do seu site? Essa métrica é importante porque avalia tanto quantidade como qualidade. É preciso haver uma boa proporção entre os dois, ao invés de apenas números absolutos. Dependendo do canal, muda a forma de avaliação, mas o enfoque é sempre o mesmo: o comportamento do consumidor. Visitante qualificado é aquele que faz o que a empresa deseja, ou simplesmente demonstra interesse pela marca, produto ou serviço.
Número de cliques
Embora seja a mais usada hoje em dia, esta métrica deve ter menos importância na opinião dos autores do livro. É um bom jeito de avaliar as respostas diretas a uma ação, mas como qualquer avaliação quantitativa ela é superficial. Sem falar que há jeitos de burlar e manipular número de cliques. Então, use esta métrica, mas nunca faça dela a mais importante.
Aumento de percepção de marca
Segundo o Trust Barometer 2011, a maioria das pessoas precisa ter contato com uma informação de 3 a 5 vezes para acreditar nela. Isso significa que a mensagem que diz que aquele produto é o mais seguro deve ser vista no jornal, na TV e no rádio — no mínimo — para ser aceita como verdade, desta forma, melhorando a percepção da marca. O meio digital é excelente para isso, pois oferece vários canais diferentes, e com maior flexibilidade. Uma maneira de medir a percepção de marca de uma campanha digital é comparar dois grupos de consumidores, os que tiveram acesso à campanha na internet e os que não tiveram, e medir o que mudou.
Nível de engajamento
Esta métrica é especialmente importante para medir uma ação cross-media, e capturar o magnetismo que cada meio exerceu nos consumidores. O nível de engajamento (Engagement Score, em inglês) passa por  mobile, propaganda online, games, hotsite, video, blog, redes sociais e o que mais surgir daqui pra frente.
Taxa de conversão
Então, o consumidor acessou o site via QR Code que você colocou na loja, ou assistiu aquele video criado exclusivamente para a internet, e depois disso? Ele comprou o produto? Compartilhou o video? Não fez nada? A taxa de conversão é uma métrica fundamental para medir a eficiência da campanha, analisando se os objetivos da empresa foram alcançados.
Medidores de eficiência
Outra bastante usada por aí, principalmente pelos veículos  na hora de vender mídia. Custo por clique, impressões, engajamento, vendas, alcance, etc. O objetivo dessa métrica é avaliar se os resultados obtidos correspondem ao valor investido. Não adianta alavancar vendas e ter prejuízo.
Retorno sobre o investimento
O famoso ROI também deve estar presente no universo digital. É mais uma métrica financeira, mas ao contrário da de cima, ela se foca nos resultados e não qual o jeito mais eficaz (e mais barato) para se atingir o objetivo. O ROI busca assegurar que cada ação de marketing — seja ela online ou offline –  gere resultados sólidos para a empresa. Resultados esses que podem ser: retenção, lealdade, vendas, novos clientes, percepção de marca, etc. O livro oferece várias metodologias para avaliar o ROI.
Profissionais da área, todo mundo correndo comprar o livro que não deve sair no Brasil tão cedo!

Fonte: Pequeno Guru

terça-feira, 10 de maio de 2011

Markerint Multinível e Pirâmides Financeiras, CUIDADO!


Olá leitores!!!

Gostaria dar os parabéns ao meu querido primo que passou para a fase oral do concurso para Defensor Público, parabéns!!!!!!!!!!!!!! Tu merece meu querido!!!!!!!!!!!!!!!

Outrossim, peço a todos que entrem no twitter e twittem o seguinte: "@GVTOficial VENHAM PARA CACHOEIRA DO SUL, RS! #GVTEMCACHOEIRA".

Não dá mais para aguentar essa internet de Cachoeira, é ruim de mais.

Ademais, hoje vou colocar aqui 4 links que são de interesse de todos. Há em Cachoeira (e no Brasil todo) um grande número de pessoas envolvidas com a dinastia, fui um pouco criticado por algumas pessoas ao rejeitar o convite.

A realidade é que esta tentação chega até nós por meio de amigos que realmente acreditam no que dizem, estão iludidos com a promessa de dinheiro fácil e vitalício sem muito esforço... Não estou guerreando aqui com os Dinastas, pelo contrário, cada um faz o que quer da sua vida e acredita no que quiser... Justamente por isso, eu trago aqui o meu ponto de vista que vem expresso nestes quatro artigos. 

Falo aqui de todos os MMN que se esquematizam de forma ilegal, falo aqui dos tantos que se utilizam desta forma fraudulenta para ganhar dinheiro.

Seguem 4 artigos interessantes sobre o assunto (se não quiser ler e entender, apenas veja o último, pessoas da Dinastia foram presas):


Espero que aproveitem a leitura, não é curta, mas vale a pena. Fique claro que alguns MMN realmente funcionam e são legais, como Herbalife, por exemplo.

Gostaria que ficasse claro que apenas estou expondo um ponto de vista. Não concordo com os termos utilizados no blog Indústria da Decepção (artigos 2, 3 e 4), pois alguns são de baixo escalão.

Se não entendeu o título do 4 "Selo Bernard Madoff" clique aqui e leia o artigo.


Atualização: 05/05/2011 saiu uma notícia (Dinastia é engodo, dizem especialistas americanos) que eu não tinha visto, leia clicando aqui.

Obrigado.

Stéfano Willig.


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