A internet realmente é muito interessante.
Eu, particularmente, assino os FEEDS de diversos blogs dos mais variados assuntos.
Marketing, empreendedorismo, gestão de pessoas, gestão de negócios, direito, tecnologia etc... Alguns eu não assino mas entro seguido. Eu uso a internet e diariamente pratico aquela que elegi como a frase do ano para meu blog...
Veja este vídeo e pense no que você está fazendo na internet... Ela pode ser muito boa para dar risadas, eu faço isso também, afinal, ninguém é de ferro!
Mas, é possível fazer muito mais!
Achei o vídeo no Clube do Pai Rico.
Aconselho que façam o que o Pai Rico postou, vejam este vídeo com seus filhos e CONVERSEM sobre ele.
Um abraço!
Stéfano Nonnenmacher Willig.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
IMPORTAÇÃO FAZ BEM PARA O BRASIL!
Recebi hoje um email e NÃO posso deixar de me posicionar a respeito.
Por favor, leia TODO o email e depois leia TODO meu raciocínio.
Posso ter falado alguma bobagem, mas com certeza este email também falou.
Espero que entendam que eu falei BEM suscintamente sobre o assunto, não entrei muito em alguns méritos, apenas coloco aqui o meu posicionamento com intuito de não deixar passar em branco que não podemos acreditar em tudo que lemos na internet, sempre há algum interesse por trás.
O email:
REFLITAM E COMECEM A COMPRAR - JÁ - OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL, FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS, PELA SOBREVIVÊNCIA DO SEU AMIGO, DO SEU VIZINHO E ATÉ MESMO DA SUA PRÓPRIA... E DE SEUS DESCENDENTES
O pior é que é a realidade...
Eu mesmo já estou fazendo isto a muito tempo.
Só compro algo da China se não tiver outra solução.
Pena as bolinhas de tênis...
Minha resposta:
Importação gera muito emprego também... É preciso parar de culpar os importadores pelos males do Brasil.
Quem criou este email certamente está tentando proteger o mercado interno (que com certeza deve ser protegido, mas não assim).
Existem hoje um forte lobby (independente da discussão de ser legal ou não, no Brasil existe, quem não acredita é muito ingênuo) no congresso com intuito de tentar FREAR as importações...
O problema não é importação, o problema é o PREÇO BRASIL, que é o preço para produção no Brasil.
Não adianta NADA não comprar produto importado, o que adianta é lutar por menos tributos. Devemos lutar para DESONERAR nossos negócios em vez de ficar tentando ONERAR os importadores...
Quanto mais dinheiro é gerado, mais a economia roda e mais empregos temos... Importadores geram tantos empregos quando exportadores. Este é outro fato que não é muito noticiado.
Que fique claro que entendo a importância das exportações para o Brasil, inclusive a exportação tem movimentado um maior volume financeiro que a importação e isso alavanca nosso país, mas não tira de cena o fato de que a importação também ajuda a economia brasileira, e muito!
Que fique claro que entendo a importância das exportações para o Brasil, inclusive a exportação tem movimentado um maior volume financeiro que a importação e isso alavanca nosso país, mas não tira de cena o fato de que a importação também ajuda a economia brasileira, e muito!
Basta pesquisarmos e acharemos que o nível de importação e exportação não é muito diferente, os BILHÕES são quase os mesmos...
O problema é que produzir no Brasil é muito caro e na China é muito barato (óbvio que existem diversos incentivos fiscais para exportadores, como drawback por exemplo).
O que deveria, era haver um meio termo, diminuir custos no Brasil, diminuindo tributos e, principalmente, os encargos sociais, já, na China, deveriam ser aumentados os custos com melhoria nos direitos dos trabalhadores.
Isso vai acontecer naturalmente. Sabe como? SINDICATO.
Sindicato é uma coisa que DÁ DINHEIRO. Eu li a respeito em algum lugar, se alguém tiver a fonte pode me deixar aqui um comentário que eu adiciono na postagem, mas agora de fato não me recordo! Mas, vamos ao que interessa:
Os Sindicalistas já estão de olho na China e o mercado chinês daqui a 20 anos poderá estar quebrado se for mal conduzida a situação...
Os sindicalistas começarão a exigir direitos para os empregados Chineses, que não tem direito algum e por isso é que produzir lá é tão barato. Tudo vai depender de como as políticas públicas levarem tal situação a diante.
Por isso eu afirmo, não tem como afirmar que esta teoria da conspiração que vem por email vai acontecer, existem DIVERSAS variáveis. Eu não sou um grande mestre no assunto, mas ao meu ver, tudo pode acontecer. Alguém aqui nunca ouviu um senhor de idade dizer que "O BRASIL ERA PARA SER UMA POTÊNCIA!!!". E vejam só o que aconteceu? Hoje atraímos investimentos do mundo todo e, para quem não sabe, ATRAÍMOS BILHÕES EM INVESTIMENTOS E SABE QUEM INVESTIU AQUI??? OS CHINESES!!!!!!!!!!!!!
Agora, parar de comprar importado não resolve, isso é fato. O que resolve é uma boa política interna e externa, o que infelizmente, não está sendo feito. Se melhora para quem exporta, piora para quem importa.
Se de um lado a balança está cheia, do outro está vazia, ambos os lados perdem dinheiro e empregos são extintos... Trata-se de uma faca de "dois legumes"...
A exportação é maravilhosa para o país, a importação também. A produção interna é tão importante quanto, a proteção do mercado deve ser feita, porém, não da maneira como está ocorrendo, não devemos onerar os importadores, mas sim, diminuir o PREÇO BRASIL.
O grande problema é que para reduzir o Preço Brasil o governo precisa abrir mão de alguns Tributos e, claro, aí vai sobrar menos dinheiro para os nossos queridos políticos meterem no bolso, não é verdade?
Bom mesmo seria criar um septuagésimo ministério, o Ministério de Regulamentação do Preço Brasil. Seria uma boa, não? Diminuir os tributos. Que tal um foco na redução das contribuições sociais? Ter empregado no Brasil é ridículo de tão caro. Um absurdo!
Se houvesse uma diminuição na carga tributária o Brasil iria ganhar muito e se desenvolver muito mais... Esta sim é a verdade. Reduzir o Preço Brasil é potencializar a economia.
A exportação é maravilhosa para o país, a importação também. A produção interna é tão importante quanto, a proteção do mercado deve ser feita, porém, não da maneira como está ocorrendo, não devemos onerar os importadores, mas sim, diminuir o PREÇO BRASIL.
O grande problema é que para reduzir o Preço Brasil o governo precisa abrir mão de alguns Tributos e, claro, aí vai sobrar menos dinheiro para os nossos queridos políticos meterem no bolso, não é verdade?
Bom mesmo seria criar um septuagésimo ministério, o Ministério de Regulamentação do Preço Brasil. Seria uma boa, não? Diminuir os tributos. Que tal um foco na redução das contribuições sociais? Ter empregado no Brasil é ridículo de tão caro. Um absurdo!
Se houvesse uma diminuição na carga tributária o Brasil iria ganhar muito e se desenvolver muito mais... Esta sim é a verdade. Reduzir o Preço Brasil é potencializar a economia.
Abraços! Deixo aqui o meu posicionamento. Aberto para discussões!
Stéfano Nonnenmacher Willig.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
A FISCALIZAÇÃO E OS DIREITOS DOS CONTRIBUINTES
PORTAL
JURÍDICO
EM
DEBATE:
A
FISCALIZAÇÃO E OS DIREITOS DOS CONTRIBUINTES
RELAÇÃO POUCO AMISTOSA. Até onde vai o poder da autoridade fiscal? Quais são seus direitos e
deveres? O agente fiscalizador chega na
sua empresa e inicia a fiscalização. Deste momento até a lavratura do auto de
infração pode surgir uma série de atritos e desavenças entre a autoridade
fiscal e o contribuinte. A auditoria
fiscal vai aferir o fato gerador da obrigação tributária, determinar a matéria
tributável, o cálculo do montante do tributo devido e se os pagamentos foram
efetuados da maneira prevista na legislação fiscal. É exatamente durante esse período que surgem os
maiores problemas na relação entre o contribuinte (ou seu preposto) e o agente
fiscal.
O PODER OUTORGADO AOS
FISCAIS. O Código Tributário
Nacional, artigos 195 a 200, elenca uma séria de poderes deferidos aos agentes
fiscais, norteando e balizando as suas atividades como agentes
tributantes. O artigo 195 permite aos
fiscais examinarem mercadorias, livros, arquivos, documentos e papéis do
contribuinte, tudo no intuito de verificar a ocorrência do fato gerador,
determinar a matéria tributável e conferir, ou calcular, o montante do tributo
devido. O parágrafo único deste artigo responsabiliza/obriga o contribuinte pela
guarda e manutenção dos livros obrigatórios e demais documentos que lastreiam
os respectivos lançamentos.
LIMITES À FISCALIZAÇÃO. Atenção: O contribuinte está obrigado a exibir
à autoridade fiscal somente os livros obrigatórios e respectivos documentos;
portanto, só está obrigado a exibir aquilo que é obrigado a conservar. Os art. 196 e 197 do CTN determinam que as diligências
da fiscalização devem ser feitas e documentadas por escrito, na forma de
requisição de exibição de livros, documentos, mercadorias, bens, etc., de forma
que o contribuinte só possa ser compelido a entregar um documento mediante a
requisição escrita.
ABUSO DE PODER. Durante o período de auditoria fiscal, o
agente representativo do ente tributante fica limitado aos preceitos e
princípios gerais de direito, mais notadamente os de ordem constitucional, de
forma que a infringência por parte da autoridade fiscal às regras e princípios
que norteiam a Administração Pública, pode ser conceituada como Abuso de Poder,
ou seja, a autoridade está ultrapassando os limites que a lei lhe impõe, em
total afronta aos Direitos e Garantias Fundamentais previstos no art. 5º da
Constituição Federal de 1988.
DIREITO CONSTITUCIONAL. Como visto, a atividade do “fiscal”
encontra limitações de ordem comportamental, que não são meras recomendações à
autoridade, e sim normas de cunho constitucional. No entanto, alguns agentes
muitas vezes sequer observam os direitos dos contribuintes e agridem as
próprias normas que pretendem aplicar, no intuito exclusivo de fortalecimento
da receita e em total afronta a princípios e normas que alicerçam o Estado
Brasileiro.
* Advogado, sócio da Zarur
Mariano & Advogados Associados.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Frase do ano...
“Leia, todo dia, algo que ninguém está lendo. Pense, todo dia, algo que ninguém está pensando. Faça, todo dia, algo que ninguém seria bobo o suficiente para fazer. Faz mal pra cabeça ser sempre parte da unanimidade.” (Christopher Morley)
Aconselho a leitura de todo o blog: http://www.pequenoguru.com.br/
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
NOMES VEXATÓRIOS, ESQUISÍTOS, RIDÍCULOS
Por ZARUR MARIANO*
A escolha do nome de um bebê é de uma importância fundamental, uma grande responsabilidade. O nome escolhido deve soar como uma agradável melodia aos ouvidos, expressar um belo conceito, algo positivo, pois, afinal, ele acompanhará seu filho por toda a vida.
NOMES VEXATÓRIOS, ESQUISÍTOS, RIDÍCULOS
Atendendo pedidos de leitores, estou reproduzindo teor de uma coluna de alguns anos atrás, para quem não teve oportunidade de ler, poder conhecer a criatividade e imaginação do povo brasileiro em inventar nomes para seus filhos. A quantidade e diversificação de nomes, muitas vezes esdrúxulos, são algo de fazer arrepiar de indignação a qualquer pessoa de bom senso. O objetivo, nesta coluna de hoje, não é de ridicularizar, mas de trazer uma pequena amostra da criatividade do povo brasileiro e demonstrar que a Justiça tem sido o último recurso para quem tem no seu nome motivo de vergonha, tristeza, desconforto, etc.
Nomes curiosos. São milhares, registrados em cartórios espalhados por todo o território brasileiro. Cita-se alguns: Vulvete, Ava Gina (em homenagem a Ava Gardner e Gina Lolobrigida), Bucetildes (chamada, pelos familiares, de Dona Tide), Letsgo (de Let’s go), Usnavy (em homenagem à U.S. Navy, a Marinha Americana), Ismagalúcia, Lavoisvaldo, Navegantina, Necessário Frescura (cujo apelido era "Seu Sério"), casado com a Sra. Putassa Frescura (ambos já falecidos), Audifax, Farmácio, Fordência, Gravitolina, Matozóide, Omenzinha, Defuntina, Rebostiana, Adolpho Hitler de Oliveira, Anjo Gabriel Rodrigues Santos, Marili Monrói, Marlon Brando Benedito da Silva, Sherlock Holmes da Silva.
Os casamentos podem gerar nomes estranhos. Um casal no qual o marido tinha o sobrenome "Penteado" e a esposa, "Rego", teve filhos de sobrenome "Rego Penteado". Há também o caso das famílias "Pinto Rosado" e "Melo Pinto". Outro casal preferiu que a esposa não adotasse o sobrenome do marido, para que ela não ficasse com o sobrenome "Pinto Brochado". Houve um casamento entre japoneses, no qual o noivo tinha o sobrenome "Endo" e a noiva era da família "Kudo", no qual por pouco esta não ficou sendo chamada de Mitiko Kudo Endo.
Os tempos, hoje, são outros. Hoje em dia, a maioria dos Cartórios de Registro Civil já questiona os pais sobre a tentativa de registrar crianças com nomes “diferentes” perguntando qual o seu significado e, caso não ache conveniente, encaminha um requerimento ao juiz diretor do Foro da Comarca, suscitando a dúvida, e somente depois de autorizado pelo juiz é que pode ser efetuado o registro, o que, antigamente, não acontecia.
Ações na Justiça. Quem teve a infelicidade de receber um nome esquisito, ridículo, vexatório, enfim, fato esse que costuma lhe trazer tristeza, desconforto, humilhação, felizmente, tem a possibilidade de tentar corrigir ou amenizar a situação, através de correções necessárias e justificáveis, e em alguns casos até troca de nome, através da Justiça, que tem sido sempre equilibrada e sensível na análise de cada caso. Não é por outro motivo que tramitam na Justiça Brasileira inúmeros processos de pessoas insatisfeitas com seus nomes, sejam porque os consideram esdrúxulos, por servirem de chacota, ou mesmo por erros de grafia ou pequenas correções que causam vergonha e transtornos sociais aos seus detentores.
*Advogado, sócio da Zarur Mariano & Advogados Associados.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Tendo boas ideias... O ócio criativo... O ócio necessário!
Ultimamente tenho dedicado um tempo antes de dormir para ficar com a cabeça livre e ter ideias inovadoras... O resultado é impressionante, começo a ter vários palpites sobre o que posso fazer para melhorar o meu trabalho, meu estudo, como usar meu dinheiro, como desenvolver minhas habilidades etc... É um exercício IMPRESSIONANTE!
Certa vez ouvi dizer que "O ócio é necessário", já li diversas vezes sobre o ÓCIO CRIATIVO, que os empregados na Google tem tempo livre para jogar, bater papo (discutir ideias) etc e que isso tudo leva a criação de diversas inovações, sejam elas novidades ou melhorias nos produtos já existentes na GOOGLE...
Eu tive uma ideia há um bom tempo sobre um jogo WEB BASED, porém, a implantação deste jogo não é nada fácil (isso não quer dizer que desisti! pelo contrário!)... Falando com um amigo (e tentando ter uma ideia mirabolante) sobre o sucesso dos empreendimentos online que surgem como ideias inovadoras eu refleti cada vez mais sobre as diversas coisas que já li a respeito...
Uma vez li, não me lembro onde, que o criador do twitter gostava de viajar por aí e falar com pessoas de diversas áreas de trabalho, cada uma menos conectada com a outra, uma coisa NADA tinha de semelhante com a outra... Tudo para exercitar o cérebro e ter diversas visões sobre vários assuntos...
Mas, como tenho dedicado este tempo para refletir, comprovei o que eu sempre li e acreditei sem testar, que o ÓCIO é de fato necessário e ÚTIL (quando o exercitamos criativamente)...
Ao encontro de tudo isto que eu venho pensando há um bom tempo recebi por email hoje um artigo do SAIA DO LUGAR que me levou a ler outro artigo deles... Este segundo artigo, eu vou colocar aqui para vocês hoje, pois achei MUITO BOM!!!
Um abraço,
Stéfano Nonnenmacher Willig.
A origem das boas ideias
A primeira coisa que vem na cabeça quando pensamos em empreendedorismo é: ter uma ideia de negócio.
Fuçando pela internet achei um vídeo sensacional do TED (evento em que ocorrem as melhores palestras do mundo) que trata justamente sobre esse tema.
Infelizmente não consegui achar uma versão do vídeo com legendas, então segue um pequeno resumo pra quem tiver dificuldades com o inglês.
Ideias levam tempo para amadurecer
É muito comum pensarmos naquela ideia genial que mudou o mundo do dia pra noite. Porém, na realidade uma ideia leva tempo até que seja transformada em algo palpável que cause impacto na vida das pessoas.
É muito comum pensarmos naquela ideia genial que mudou o mundo do dia pra noite. Porém, na realidade uma ideia leva tempo até que seja transformada em algo palpável que cause impacto na vida das pessoas.
Para inovar e criar uma empresa a partir de uma ideia, é fundamental saber que ideias levam tempo para amadurecer e tomar a forma de algo que seja realmente aplicável na prática.
Boas ideias são um somatório de palpites
Uma ideia sozinha não serve pra muita coisa. Se você quer construir algo relevante, saiba que muitas outras ideias serão somadas à ideia inicial. Inclusive, se você pretende fazer uma ideia ter impacto, se prepare para ouvir palpites contrários à sua opinião.
Uma ideia sozinha não serve pra muita coisa. Se você quer construir algo relevante, saiba que muitas outras ideias serão somadas à ideia inicial. Inclusive, se você pretende fazer uma ideia ter impacto, se prepare para ouvir palpites contrários à sua opinião.
Saber ouvir as pessoas e agrupar palpites à sua ideia é o que diferencia as pessoas que conseguem construir algo das que ficam só no mundo das ideias.
A inovação acontece quando as pessoas estão conectadasO pensamento comum é de que as ideias inovadoras surgem quando você está trancado em um laboratório focado em resolver algum problema específico e tem a sorte de pensar em uma ideia genial. Porém, a construção de uma boa ideia (soma de palpites) é acelerada quando você se conecta com outras pessoas.
Pra resumir, tem uma frase muito bacana do vídeo: A sorte favorece as pessoas que estão conectadas.
(Link para o vídeo no Youtube)
Conclusão
Na prática, pra que sua empresa tenha um grande diferencial competitivo, você precisa ser uma máquina de geração e execução de ideias.
Na prática, pra que sua empresa tenha um grande diferencial competitivo, você precisa ser uma máquina de geração e execução de ideias.
Se você quiser se aprofundar no assunto, recomendo muito ouvir o episódio 1 do Empreendecast: como gerar ideias para sua empresa.
Abraços,
Millor Machado (a favor de boas ideias)
Millor Machado (a favor de boas ideias)
Obs.: Impressionante como os corretores ortográficos ainda não aprenderam que ideia não tem acento!
Fonte: Saia do Lugar
domingo, 21 de agosto de 2011
MELHORES DA ADVOCADIA=PRÊMIO “ABACAXI”?
PORTAL JURÍDICO
ZARUR MARIANO*
“Vaidades das vaidades. Tudo é vaidade”. (Eclesiastes,1:2).
EM DEBATE:
MELHORES DA ADVOCADIA=PRÊMIO “ABACAXI”?
Continuamos recebendo, todos os anos, de alguns promotores de eventos, “comunicados” indicando-nos como um dos melhores da advocacia do Estado e do país. Mas o “troféu”, que premia profissionais de várias áreas de atuação, é entregue somente àqueles que se dispõem a pagar uma considerável soma em dinheiro para participar da “solenidade” de premiação.
Sempre que questiono os promotores desses eventos a respeito dos critérios utilizados para a escolha dos agraciados, eles nunca falam claramente.
O esquema de determinados promotores consiste em disparar correspondências para escritórios de todo o país anunciando que os destinatários foram escolhidos para receber um prêmio, mas isso apenas acontece se a quantia fixada pelo promotor for paga. E não é pouco!
Tais eventos, registre-se - não são aprovados e muito menos reconhecidos pela Ordem dos Advogados do Brasil. O Tribunal de Ética da OAB/SP, por exemplo, considera que a promoção representa “um evento mercantil, desaconselhado pelo artigo 5º do Código de Ética da Advocacia.”
É facílimo constatar que se o advogado escolhido para a alta distinção não “comprar” os convites, mesmo sendo o mais eminente dos eminentes, ele não participará do “prêmio”. A nosso ver, a maioria dessas premiações se presta mesmo é para o prêmio “abacaxi” do que uma real premiação. Normalmente, se o “escolhido” aceitar participar da homenagem, deve fazer o pagamento e enviar o histórico de sua vida pregressa.
MELHORES DA ADVOCACIA - PREMIAÇÃO DUVIDOSA
A revista Consultor Jurídico já noticiou que a premiação dos “Melhores da Advocacia” era de natureza duvidosa e foi acionada no judiciário por ISS e lá demonstrou que o único critério de escolha dos "melhores" pelo promotor do evento era o pagamento da “módica” quantia de 1.800 dólares e que a premiação era oferecida até mesmo a estagiários que nem haviam concluído o curso de direito.
O Judiciário, felizmente, não tem dado guarida a quem vende esses prêmios de idoneidade dúbia, explorando, claramente, a vaidade de algumas pessoas.
* Advogado, sócio da Zarur Mariano & Advogados Associados.
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